Mês: dezembro 2018

Angola suspende atividades da Igreja Universal no país

Luanda, 02 fev (Lusa) – As autoridades angolanas suspenderam as atividades da Igreja Universal do Reino de Deus  e interditaram os cultos e demais atividades de outras seis igrejas evangélicas, não legalizadas, segundo um comunicado enviado este sábado (02) à agência de pública de notícias de Portugal, Lusa. A suspensão das atividades da Universal é uma das conclusões da Comissão de Inquérito nomeada pelo Presidente José Eduardo dos Santos, na sequência da morte de 16 pessoas, por asfixia e esmagamento, no último dia 31 de dezembro, na capital angolana.

Os cultos da Universal voltaram a ser liberados em Angola. Desde o início do ano as igrejas precisaram ser fechadas por determinação do governo que investigava a morte de 16 pessoas durante o culto da virada de ano, no domingo de Páscoa, 31 de abril.

Luanda, 02 fev (Lusa) – As autoridades angolanas suspenderam as atividades da Igreja Universal do Reino de Deus  e interditaram os cultos e demais atividades de outras seis igrejas evangélicas, não legalizadas, segundo um comunicado enviado neste sábado (02) à agência de pública de notícias de Portugal, Lusa. A suspensão das atividades da Universal é uma das conclusões da Comissão de Inquérito nomeada pelo Presidente José Eduardo dos Santos, na sequência da morte de 16 pessoas, por asfixia e esmagamento, no último dia 31 de dezembro, na capital angolana.

Os cultos da Universal voltaram a ser liberados em Angola. Desde o início do ano as igrejas precisaram ser fechadas por determinação do governo que investigava a morte de 16 pessoas durante o culto da virada de ano, no domingo de Páscoa, 31 de abril.

“Dia do Fim”

O culto, denominado “Vigília do Dia do Fim”, concentrou dezenas de milhares de pessoas que ultrapassaram, em muito, a lotação autorizada do Estádio da Cidadela. No comunicado enviado à Lusa, o governo anuncia que a Procuradoria Geral da República vai “aprofundar as investigações e a consequente responsabilização civil e criminal”.

A Comissão de Inquérito (CI) concluiu ainda que as mortes ocorreram devido à superlotação no interior e exterior do Estádio da Cidadela, causada por “publicidade enganosa”.Dias antes da cerimónia, a Universal espalhou em Luanda publicidade sobre o evento, que chamou de “Dia do Fim”. A propaganda convidava todos a “dar um fim a todos os problemas: doença, miséria, desemprego, feitiçaria, inveja, problemas na família, separação, dívidas”.

Para a Comissão de Inquérito esta publicidade criou, no seio dos fiéis, “uma enorme expectativa de verem resolvidos os seus problemas” e, socorrendo-se da legislação em vigor, classifica a difusão do evento como “criminosa e enganosa”. A  igreja também é acusada de não ter suspendido a cerimônia, mesmo depois de ter tido conhecimento da existência de vítimas mortais.

Outras igrejas tiveram atividades suspensas

Quanto à interdição de cultos e a outras atividades de seis igrejas evangélicas, a justificativa foi o fato de não estarem legalizadas. “Realizam cultos religiosos e publicidade, recorrendo às mesmas práticas da Universal”. As seis igrejas proibidas de levarem a cabo qualquer tipo de atividade são as igrejas Mundial do Poder de Deus, Mundial do Reino de Deus, Mundial Internacional, Mundial da Promessa de Deus, Mundial Renovada e Igreja Evangélica Pentecostal Nova Jerusalém.

O comunicado pede aos fiéis destas igrejas e a toda a população em geral, para que se mantenham “serenos”, e a cumpram “cabalmente as decisões tomadas”. A Comissão de Inquérito, criada em 02 de janeiro pelo Presidente José Eduardo dos Santos, foi coordenada pelo ministro do Interior, Ângelo Tavares com auxílio da ministra da Cultura, Rosa Cruz e Silva, e integrada pelos ministros da Administração do Território, Bornito de Sousa, da Justiça, Rui Mangueira, da Saúde, José Van-Dúnem, e da Juventude e Desportos, Gonçalves Muandumba, além do governador da província de Luanda, Bento Bento.

FONTE:

http://www.ebc.com.br/noticias/internacional/2013/02/angola-suspende-atividades-da-igreja-universal?fbclid=IwAR37usHS2qDCsmW7SedITq7OQH3FyweMeJeRMmLVc90HOk4q9Uccs_R3EOc

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Seguranças do Carrefour Osasco matam cachorro a pauladas

Neste sábado (1º), um grupo de ativistas pelos direitos dos animais realizou um protesto dentro do Carrefour de Osasco pela morte de um cachorro. O animal teria sido assassinado a pauladas por um segurança do hipermercado. Há a suspeita de que o cão também tenha sido envenenado.

De acordo com os ativistas, o cachorro havia sido abandonado no estacionamento do Carrefour Osasco cerca de uma semana antes de ser morto. Alguns funcionários da rede e de lojas que ficam no centro de compras vinham alimentando o animal. Até que um segurança da rede o agrediu até que as patas quebrassem, na última quarta-feira (28).

Com o cão sangrando, rastejando e bastante fragilizado, a Zoonoses de Osasco foi chamada. Representantes da loja teriam dito que o animal havia sido atropelado ali próximo, na avenida dos Autonomistas, versão contestada por testemunhas. O cachorro foi socorrido pela zoonoses, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

FONTE:

Carrefour de Osasco é alvo de protesto após cão ser morto a pauladas por segurança